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04/07/2010
A saga de Dunga e Maradona, os Quixotes da bola

 
     
Prólogo

No Reino do Prata, um homem íntimo de Deus conquista o mundo com a bola nos pés. Ano 1986 DC. Os amantes do futebol se rendem à magia de um homem de estatura atarracada chamado Diego Armando Maradona. O México é cenário de algumas das mais belas exibições de um futebolista na História. O Midas de Lanús transforma toda a prata em ouro. Só que o destino leva Maradona a outras paragens e o ouro se transforma em pó. Uma forte ventania embaralha o caminho de Don Diego, que se perde em drogas, confusões e polêmicas, e acaba flertando com a morte.

Ano 1990 DC. Itália. Uma geração fracassada acaba sendo conhecida pelo nome de um dos seus integrantes. A Era Dunga sucumbe aos pés de Maradona e a seleção volta para casa de forma prematura. Da Itália para os EUA. Quatro anos. Foi o que durou a agonia do volante. Dunga deu a volta por cima. Ao contrário do Pibe, com muito mais suor que inspiração. Levantou a taça e deu uma banana para o mundo. Para completar, viu Maradona ser varrido da epopeia do futebol, flagrado no antidoping.

Capítulo I

O destino une Maradona e Dunga. Em anos diferentes, eles assumem dois dos cargos mais cobiçados do mundo do futebol. O brasileiro, iniciante na carreira; o outro, com pouquíssima experiência à frente do banco de reservas.

Logo após o fiasco e as confusões da seleção em 2006, na Alemanha, Dunga recebe a missão de resgatar o prestígio do futebol brasileiro. Em crise técnica, a Argentina opta pela saída mais fácil: queda de Alfio Basile. Don Diego toma o comando da albiceleste dois anos depois de Dunga, prometendo a reedição da magia en la cancha.

Ambos baseiam a sua filosofia no conceito de família, de grupo unido, blá-blá-blá. E já parecem talhados a morrer abraçados com as suas escolhas. Por mais excêntricas que possam parecer. Um imprime a política do "con nosotros", o outro a do "com nós".

Mas Don Diego faz questão de mostrar uma diferença fundamental:

- Se meu time vai jogar como o do Dunga? Não, não jogo como Dunga. Ele dava pancadas e eu fugia delas.

Capítulo II

Surgem os primeiros jogos e as primeiras competições. Em terras tupiniquins, Dunga começa as suas "experiências" futebolísticas. Personagens sombrios como Afonso Alves, Daniel Carvalho e Hulk tiram o sono dos torcedores. Dunga parece refém de um esquema só. Tem pesadelos com retranca. O bicho-papão que ameaça derrotá-lo dentro do próprio castelo. Pela primeira vez na História, Dunga faz o Brasil perder para a Venezuela. Contra a fraquíssima Bolívia, no Engenhão, a seleção pentacampeã joga a maior parte do tempo com um homem a mais em campo e não sai do 0 a 0. Sonoras vaias e o tradicional coro de "burro, burro, burro". A corda se aperta cada vez mais no pescoço do treinador. A cada fracasso, Dunga dirige sua ira à torcida ainda dentro de campo. Palavras duras e gestos graves.

- Essa seleção é minha - desabafou quando se sentiu mais pressionado.

Mal das pernas nas Eliminatórias, a Argentina se apega ao carisma de Maradona. Como o treinador brasileiro, Don Diego experimenta dezenas de jogadores e não monta um time-base consistente. Os contestados Jonás Gutiérrez e Nicolas Otamendi parecem ter títulos de convocados vitalícios. Atrito com a imprensa. O técnico passa vergonha na altitude e é humilhado pela Bolívia: 6 a 1 - a maior derrota da História da Argentina. Mais atrito com a imprensa. Sufocado, Maradona se encastela em Buenos Aires.

" Àqueles que não acreditaram, com o perdão das mulheres, que chupem! E que continuem chupando! "

El Pibe sobrevive no cargo até o fim das Eliminatórias, apesar de pesquisas mostrarem que mais de 80% dos argentinos o querem fora. Após carimbar o passaporte à África do Sul em Montevideú, contra o Uruguai, o mundo vê o seu maior acesso de fúria. Maradona abraça os jogadores em campo e dirige palavrões a quem interessar da imprensa possa. De cabeça "fria", na coletiva, a explosão definitiva:

- Àqueles que não acreditaram, com o perdão das mulheres, que chupem! E que continuem chupando! Estou agradecido ao povo, aos jogadores e a ninguém mais. Aos demais, que chupem! Isso é para os que não acreditaram na seleção e que me trataram como um lixo.
(Assista ao 'desabafo' de Maradona)

A disparate de Maradona faz a Fifa puni-lo mais uma vez. Ele dá de ombros. Como sempre fez. Mas retorna mais light.

Capítulo III

Dunga consegue calar as críticas mais duras ainda nas Eliminatórias. Vence fora Uruguai, Chile e a Argentina de Maradona. Conquista a Copa das Confederações, na África do Sul. E pensa ser imbatível. Mas o Brasil segue monocromático, sem criatividade, vencendo partidas mais pelas falhas do adversários e com generosas pitadas de sorte do que por méritos futebolísticos. O símbolo da seleção passa a ser o limitado, desequilibrado, truculento e temperamental Felipe Melo. Começa a se desenhar uma teoria: o volante vai arrumar uma expulsão na Copa e deixar o Brasil na pior. Presságio? Exércício do futurismo das quatro linhas? Ou do lógico "eu já sabia"?

A classificação para a Copa alivia um pouco a pressão sobre o técnico argentino. Maradona continua suas experiências, mas alguns nomes contestados aparecem em quase todas as convocações. Ele se mantém fiel, como o "colega" brasileiro, a uma patota que o segue sem pestanejar. Messi segue uma incógnita: jogador de time ou astro a explodir na seleção?

Capítulo IV

Os estilos dunguista e maradonista se separam. O treinador brasileiro ergue quartel em Johannesburgo. Blinda a seleção, elege a imprensa como sua grande inimiga. Em uma coletiva, solta palavrões a um jornalista. Mesmo quando ganha, o técnico exibe mau humor, rancor e nervosismo. Qualquer pergunta é recebida por Dunga como uma declaração de guerra. E ele já tem a resposta antes. O estilo contamina os jogadores. Em entrevista, Kaká manda recado a um desafeto na imprensa, e em campo não consegue controlar os nervos: cai na pilha marfinense e é expulso.

E, como um Maradona possuído, Dunga resolve até xingar à beira do campo, em "mau" português, o marfinense Didier Drogba e o juiz francês Stephane Lannois. Corre risco de punição. Mas dá de ombros. E decide adotar um estilo mais light. Paz e amor?

Na Argentina não há trincheiras. Maradona permite até sexo aos jogadores. Suas coletivas são recheadas de pérolas, algumas delas à beira da fanfarronice. Don Diego parece leve, parece ter deixado para trás tangos e desavenças. Em campo a Argentina corresponde, passando facilmente pelos adversários. Messi, enfim, fica mais parecido com o mestre.

Capítulo V


O fim da linha para Dunga e Maradona ocorre na mesma fase. Separadas por 24 horas, as despedidas mostram uma diferença básica entre as duas "famílias". Ao cair diante da Holanda, Dunga balança a cabeça, recebe um abraço do seu Sancho Jorginho e vai para o vestiário. Seus guerreiros passam vergonha sozinhos em campo. Maradona, por sua vez, mais afeito a um caráter épico, resolve ficar no barco à deriva, cumprimentando cada um dos seus jogadores. Mesmo nocauteado em pé por um "soco de Ali", como ele mesmo disse. Ego arrematado por alemães sedentos.

Chegam as coletivas. Dunga se mostra mais comedido. Também não é apertado. Provavelmente tenha deixado a entrevista achando que exagerara com os jornalistas o tempo todo. Os argentinos são mais duros e Don Diego retoma o clima pesado dos embates do tempo das Eliminatórias. Perguntado se alguém na Argentina poderia estar feliz com a eliminação, retruca:

- Você está gozando da minha cara? Não me fo#@, irmão!

Tirando a grosseria do Pibe, ambos seguem a mesma linha, com o mesmo discurso que mescla o paternalismo e o corporativismo, dizendo-se orgulhosos dos seus guerreiros. Dunga celebra o "feito" de fazer o "resgate da seleção". Maradona comemora o "mérito" de devolver o futebol argentino "às suas raízes".
(O adiós do engravatado Don Diego Maradona)

Epílogo

Dunga e Maradona foram inventados com diferença de dois anos e sucumbiram, em cidades diferentes, quase no mesmo dia. Como tudo levava a crer, morreram abraçados às suas frágeis crenças. Ao que indicam as suas declarações de pós-guerra, eles não deverão seguir no comando das suas seleções. Mas novamente combinaram o discurso e deixaram no ar que caminho deverão percorrer quando a costa da África sumir na janelinha do avião. Mas quem acredita que as Eras Maradona e Dunga já eram convém um pouco de prudência: a próxima edição da Copa América ocorre no ano que vem. Na Argentina. Chance ideal para os treinadores quixotescos ressuscitarem os seus moinhos e experimentar a glória fugaz que o futebol sempre permite de vez em quando, em um casamento de idas e vindas. Até que o mata-mata os separe.
 

 


05.07.2010 07:52 +0400
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Роналдо - 41 лет. Гражданство: Бразилия. - Двукратный чемпион мира - 1994, 2002; - Двукратный чемпион Испании - 2003, 2006.
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