Portugués | English | Español | Русский (russian) | Deutsch | Italiano | Français | Все новости |
 
roni
Биография * PokerStars * Последние фото * CHAT * * Ссылки * Баннеры * Вэбмастер
Новости
Календарь

Пн Вт Ср Чт Пт Сб Вс
 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30     
This day in history of Ronaldo

2003

Brasil vence os EUA na prorrogação e vai à final da Copa Ouro

Excursão do Real na Ásia visa conquistar fãs, diz dirigente

EN EL PRIMER MES NO HABRÁ UN REAL-BARÇA

A Asia con 25 jugadores

Arranca la pretemporada: Beckham y Ronaldo, los más madrugadores

Calendario de la Primera División de la temporada 2003-2004

DECENAS DE AFICIONADOS DESPIDEN RONALDO Y SU EQUIPO EN BARAJAS

Ronaldo vuelve al trabajo

RONALDO LLEGÓ Y PRESUMIÓ DE NUEVA FIGURA

Ronaldo le da la bienvenida a Ronaldinho

RONALDO: BALANCE POSITIVO

«Реалу» грозит разбирательство в ФИФА

Лапорта: Я адвокат Йохана Круиффа

Роналдинью: В Каталонии как дома

"Реал" нацелился на покупку Каннаваро

Милито переберется в «Сарагосу»

Сезон в Испании стартует в конце августа

США – Бразилия: статистика матча

Роналдо возвращается сегодня на работу

Роналдо приехал и показал свою новую фигуру

Роналдо встречает Роналдиньо

RONALDO: ПОЛОЖИТЕЛЬНЫЙ БАЛАНС

Brazil 2, United States 1

Real's Asian tour not about making money, says Valdano

Ronaldo: “Welcome, Ronaldinho!"

RONALDO: POSITIVE BALANCE

2004

Uruguai vence Colômbia e fica em 3º na Copa América

8-1: Los empleados del Real Madrid arrasan a la Prensa

RONALDO SE DESPIDE YA DE MONTECASTILLO

Uruguay vence a Colombia y se queda con el premio consuelo de la Copa América

Роналдо и товарищи покинули Монтекастильо

Кубок Америки: Колумбия 1-2 Уругвай

Uruguay beats Colombia for third place

2005

Photos: Ronaldo waves to Japanese fans

Figo diz que não vê problemas em continuar no Real Madrid

Roberto Carlos: "ROBINHO VA A LEVANTAR AL SANTIAGO BERNABÉU"

“Japón es nuestra segunda casa”. Los capitanes, agradecidos con el recibimiento

Una cena de bienvenida marca el inicio de tres días de espectáculo en Tokio

"Реал" готов продать Оуэна за €22,5 млн

Роналдо опровергнул слухи о том, что он собирается уходить из сборной после ЧМ-2006

2006

Inter de Milão quer Ronaldo e pode dar Adriano em troca

Dunga é o novo treinador da Seleção Brasileira

MORATTI LLAMÓ AL MADRID PARA LLEVARSE A RONALDO

КТО ВЫБИРАЕТ

Бразилия. В одном этом слове содержится все лучшее, что есть в футболе

Поражение Бразилии: взгляд из Южной Америки

Как Сколари стал известным тренером

В Мадриде Каннаваро получил номер Зидана

Роналдо может вернуться в "Интер"

Тренером сборной Бразилии стал Дунга

Ronaldo in swap deal with Adriano

2007

Photos: Milene Domingues and Ronald on the beach "Barra da Tijuca"

Milene Domingues se diverte com Ronald na praia da Barra da Tijuca

Обладатель Кубка чемпионов Милан вчера вышел из отпуска

2008

Роналдинью написал прощальное письмо фанам "Барсы"

Адвокат: мне небезынтересен Роналдо

2009

Video: The hero is back

Photos: Роналдо на спортивном зале вечером | Treino da tarde

Indiferente a cartão de Ronaldo, Diego Souza minimiza Cristian

Sem cartão, Ronaldo fica livre para rever palco de polêmica e 1º gol

Libertadores e Ronaldo fazem Dentinho recusar proposta europeia

Marketing corintiano rebate provocação de flamenguistas com camisa

Ronaldo liberado para voltar a palco de 1º gol

Не мешайте ему вернуться в сборную!

2010

Роналдо может завершить свою карьеру из-за травмы

Partners




Яndex.direct

eXTReMe Tracker

Новости

18/06/2010
O homem que ama odiar

 
     
Entre os muitos tipos humanos sobre a Terra, há os que amam odiar. Viciam-se na ira e nos seus filhotes - o rancor, a mesquinharia, o isolamento, a grosseria, a amargura, o deboche. Os brasileiros estamos expostos a doses cavalares de hostilidade, professada com paixão inapelável por um personagem fundamental nesses dias de Copa: ele mesmo, Dunga. O técnico da seleção mergulhou no fel, e com ele conduz seus dias - e os nossos - na África do Sul. Privatizou a grife esportiva mais famosa da Terra como se a ele pertencesse exclusivamente e, embriagado de raiva, distribui estupidez por quem lhe cruza o caminho. E, o horror, contaminou nosso jogo.

A mazela vem de longe. Volante de estilo opaco e resultado eficiente, Dunga esculpiu, à custa de muita perseverança, trajetória vencedora no futebol. Suas pernas grossas, de pés excessivamente voltados para dentro, semicurupira dos pampas, o conduziram pelos campos do planeta em jornadas gloriosas, do Mundial de Juniores de 1983 à Copa do Mundo de 1994 e por vários clubes do Brasil e do exterior. Em todos os lugares, na vitória, no empate e na derrota, teve como companheiro o ódio difuso, dirigido a inimigos que só ele enxerga, e a quem vive para destruir.

O emblema dessa história está tatuado no ápice de sua trajetória. Capitão do tetra, subiu a tribuna do Rose Bowl, na Califórnia, para receber a Copa do Mundo - e emoldurou a cena com uma torrente de palavrões. Como bem observou o jornalista Marcelo Barreto, Bellini e Mauro ergueram a taça sobre a cabeça, Carlos Alberto a beijou, Cafu recebeu-a no alto do púlpito - Dunga a xingou. A vingança parecia, afinal, consumada, mas a luta recomeçou no instante seguinte, e não terminará jamais, por travada contra adversários que inexistem. Só ele não percebe.

Agora, empossado na seleção como antídoto heterodoxo para o veneno do descompromisso que, diagnosticaram os cartolas, matou o Brasil em 2006, o técnico neófito, de experiência zero, radicalizou a truculência. À razão de (muitas) patadas, ignora a torcida, despreza a alegria do DNA nacional e fecha-se na lógica mafiosa abrigada no tal grupo. Por ele, sacrifica o prazer do jogo, esmaga a beleza, massacra a paixão e tortura a plateia.

Tudo resultado de uma obsessão que remonta à adolescência do treinador, dedicada a antecessores dele na seleção, jogadores apaixonantes, mas, de canarinho, derrotados. Quis o destino que Zico, Falcão, Sócrates, Júnior, Leandro, Cerezo e outros não conquistassem título algum pelo Brasil - mas tivessem mesmo assim morada eterna no coração da torcida. Os brasileiros somos inapelavelmente apaixonados pela beleza que marca suas biografias em campo. Os lances de 1982 serão relembrados à eternidade, como os mais belos de uma equipe desde a maior de todas, a de 1970. Muito além do ganhar e perder, o time da Copa da Espanha é uma espécie de filho pródigo, que não dá certo na vida, mas vira o favorito.

Dunga não se conforma. Nos corredores dos bunkers pelo qual se esgueira no comando da seleção trancada, costuma repetir um bordão, como um humorista desinspirado: "Não ganharam nada, nem nas divisões de base!", berra, histriônico. O sujeito indeterminado é conhecido de todos: a geração de 1982. Está correto - a turma boa de bola perdeu dois Mundiais, pouco participou de Copas América, não existia a Copa das Confederações. Os prontuários dos alvos da obsessão viraram um prato cheio para a vingança do professor.

Só que a cruzada masturbatória cai no vazio da falta de adversários. Os perdedores da Espanha engoliram o choro, sublimaram a tristeza e seguiram seus caminhos. Esculpiram carreiras festejadas em clubes, são cultuados por torcidas variadas, acumularam títulos e fama, fortuna e prestígio. Engrossam sem desconforto as homenagens aos mais bem-sucedidos em Copas, porque a vida, afinal, é muito mais do que ganhar ou perder uma taça. Assim, para Dunga, sobra o nada como alicerce do rancor.

No verão europeu de 2006, a patologia emergiu num convescote em Munique. O hoje técnico, então comentarista de TV (entre jornalistas, que tantas urticárias lhe causam), estava entre os convidados da festa de abertura da Copa da Alemanha, que tinha como ponto alto um desfile dos campeões do mundo. No saguão do Dorint Sofitel, cinco estrelas da Bayerstrasse, ao lado da estação ferroviária da capital da Baviera, reuniram-se lendas da bola como Bellini, Ghiggia, Paulo Cesar Caju, Breitner, Bebeto, Bobby Moore, Passarela. Num dado momento, Dunga interrompeu a conversa com o capitão de 1958, num carrinho verbal merecedor de cartão amarelo:

- Nem adianta procurar aqueles jogadores que vocês da imprensa adoram. Aqui só tem campeão! - vociferou, com o mesmo olho vidrado e sorriso trancado que exibe nas coletivas n'África.

(O hoje técnico reconheceu o blogueiro, então comentarista do Sportv e assumido defensor dos craques brasileiros. Daí a provocação, que desembocou na foto ao lado, com Bellini e o repórter Antonio Maria Filho.)

Alguns interlocutores ficaram sem entender, e o capitão do tetra seguiu em frente. Desfilou com os campeões na Allianz Arena, sem saber que, meses depois, assumiria a seleção brasileira. No cargo, as neuroses acentuam-se a cada dia. Ressurgem em flertes com regimes racistas e totalitários - "Não posso falar da ditadura pois não vivi aquela época, assim como não posso ficar falando da escravidão" -, que materializam, de lambuja, a triste ironia da barbaridade saída da boca do filho de uma professora de história. Teimam no elogio constrangedor (para quem ouve) a tiranos bandidos, como Robert Mugabe - "No Zimbábue, vi crianças uniformizadas, educadas".

Vivem na imposição de uma rotina que, de tão autoritária, conseguiu a proeza de incomodar a Fifa, entidade que está longe de ser um esteio da democracia. E Dunga levou pitos públicos, que o forçaram a afrouxar um pouquinho os grilhões dos craques brasileiros, o chamariz mais poderoso do negócio Copa. "Sim, a seleção é minha, porque não é a da maioria dos presentes", arriscou-se, já na África, no estilo que, agora, com a bola e os problemas rolando, virou uma muleta para ele. Nas entrevistas que é obrigado a conceder, ataca os jornalistas como estratégia para não tratar do que é pago para fazer. Bobo é quem cai na arapuca. Mas aqui, o treinador acumula uma ou outra vitória.

Os sintomas aparecem também nas escolhas que formaram sua lista. Agarrado a um punhado de jogadores inegavelmente vencedor, trancou-se a novidades que poderiam lhe facilitar a vida e proporcionar alguma felicidade ao distinto público. Levou um grupo sem opções de mudança, que joga todo igual, com variações mínimas.

A oferta de mudança radical tem nome e apelido: Paulo Henrique Ganso. É verdade que, num calendário espremido, não houve tempo para testar o jovem talento do Santos. Mas está longe de ser problema insolúvel para uma cabeça mais criativa. Dunga poderia ter se permitido conversar com o craque e seu técnico - Dorival Jr, profissional sério até prova em contrário - para saber da possibilidade de levá-lo. Poderia encontrar-se com o jogador uma, duas, dez vezes, e apostar. (A recente operação de joelho do inquilino da camisa de Pelé não serve como desculpa; o procedimento se deu apenas para aproveitar o intervalo na temporada.)

A lista da Copa é uma cabeçada de 23 jogadores. Se Ganso sucumbisse à pressão, ficaria lá, sujando roupa como figurante sem fala nos treinos, um kleberson qualquer. Se desabrochasse, seria candidato a solução. Mas não. Na filosofia de Dunga, improviso e mudanças de última hora estão permanentemente banidos.

O desempenho meia-bomba de Kaká na estreia ganhou, assim, status de trapaça da sorte, diante das escolhas do treinador. A seleção vai na força de quem sempre ganhou no jeito (até em 1994, com Romário e Bebeto), no retrospecto que faz os adversários hesitarem, no time da defesa sólida e ataque pedestre, vítima, entre outros, do autonaufrágio de Adriano - ausência que, aliás, é um acerto do professor. Pode perfeitamente ganhar, como o fez em duas Copas América e na última Copa das Confederações. Aí, o técnico vai se dar bem na alta aposta que fez. Mais do que ninguém, não pode fracassar, sob pena de o mundo cair-lhe na cabeça.

Mas se o hexa vier, não resolverá. De novo, o eterno vingador vai blasfemar o mundo e as estrelas, os punhos cerrados como nos tempos em que corria atrás da bola. Batman sem coringa, não descansará, para recomeçar sua luta sem fim nem sentido, de apaixonado pelo ódio.

Dunga pode ganhar, mas, por pecados que são todos seus, jamais conseguirá vencer.
 

 


19.06.2010 08:51 +0400
fuente/источник/source

Google
Google AdSense

Счетчики

IvPlaneta.RU

Яндекс.Метрика

//

Роналдо - 41 лет. Гражданство: Бразилия. - Двукратный чемпион мира - 1994, 2002; - Двукратный чемпион Испании - 2003, 2006.
Copyright 1997-2018 (c), Created and administrated by Amaurys Bruno Alfonso,
Designed and Powered by "Computer Plus", Ltd. por Amaurys Bruno Alfonso. В Интернете с 1997,
Созданно и администрировано Амаурисом Бруно Альфонсо, Дизайн и поддержка студии "Компьютер Плюс" и Амаурис Бруно Альфонсо
Придумано, создано и ведется в городе Родники Ивановской области!
Другие новости Роналдо в Google...